Aquecedores a gás podem gerar mais economia na sua casa
Os aquecedores a gás têm se tornado a melhor alternativa para pessoas que querem economizar. Chuveiros elétricos chegam a consumir cerca de 24% de energia em horários de pico. Por conta disso, é importante repensar em novas formas de oferecer conforto e economia ao consumidor. Os aquecedores a gás são soluções que geram mais eficiência energética e conseguem reduzir gastos na conta de luz na residência. Sendo assim, ele se torna um ótimo aliado para pessoas que buscam economia, funcionalidade e versatilidade.
Tipos de aquecedores
Existem no mercado dois tipos de aquecedores a gás que, mesmo tendo funcionalidades iguais, ambos consistem em ter sistemas de aquecimentos diferentes.
Os aparelhos denominados aquecedores de passagem são um pouco menores e ainda eficientes em seu aquecimento, que é gradativo. O outro modelo é um sistema chamado de acumulação. Ele oferece maior pressão de água e o seu aquecimento é feito em tanques, onde a água é mantida quente e armazenada. Além disso, ele conta com a vantagem de que a água sai quente a partir do momento em que o chuveiro é ligado. Entretanto, os dois modelos são eficazes e conseguem atender perfeitamente às necessidades do consumidor.
A instalação do aquecedor a gás, sua manutenção e consertos são serviços que precisam necessariamente ser feitos por profissionais. Esses equipamentos precisam ser bem conservados e é fundamental acionar a equipe técnica diante de qualquer alteração.
Local para instalação
É importante lembrar que esses aquecedores não podem ser instalados em locais sem ventilação. É ideal que esse equipamento fique em ambientes arejados, que não sejam capazes de fechamento, pois o aparelho consome muito oxigênio durante sua combustão. Cuide bem do seu equipamento para aumentar muito a sua qualidade de vida.
Fonte: Diário dos Campos
Qual o melhor aquecedor de água?
Tomar um banho quente pode ser um dos momentos mais relaxantes do dia. A água aquecida pode acalmar os músculos e aliviar o estresse após um dia cheio. Entretanto, existem diversas opções de aquecedores, que operam com diferentes fontes de energia e sistemas. Em meio a tantas possibilidades, fica a dúvida: qual o melhor aquecedor de água?
A resposta é simples: não há um que possa ser considerado melhor que os demais. Isso porque os aquecedores se diferenciam por suas formas de funcionamento e trazem vantagens específicas para cada um dos ambientes em que serão instalados, de modo que o melhor para sua residência será aquele que mais se adeque às necessidades do local e dos moradores. Por isso, antes de comprar este equipamento, é preciso avaliar bem os tipos disponíveis e quais os benefícios que cada um oferece.
Elétricos
O boiler elétrico é um equipamento que atua a partir da acumulação de água. Em um reservatório, ela é aquecida e armazenada para pronto uso. Dessa forma, o boiler irá fornecer água quente para todas as saídas a que estiver conectado, como chuveiros e torneiras. Se sua residência não precisar de água aquecida o dia todo, é possível instalar um timer para ligar o sistema em um certo horário, mantendo o equipamento desligado no restante do dia e economizando energia.
O chuveiro elétrico funciona de maneira semelhante, mas atua como aquecedor elétrico de passagem. Isso significa que, no momento em que ele é ligado, o aquecedor começa a funcionar e a aquecer a água. Suas principais vantagens são o baixo custo e a fácil instalação.
A gás
Os aquecedores à gás também existem nas versões de passagem e acumulação. O aquecimento ocorre a partir do gás de botijão (GLP) ou encanado (natural). Os de passagem são pequenos e aquecem a água na mesma hora, da maneira semelhante a um chuveiro elétrico.
Os aquecedores por acumulação são semelhantes a um boiler elétrico no que diz respeito ao sistema de funcionamento. Os modelos geralmente incluem grandes caixas cilíndricas, ligadas ao sistema de gás, que armazenam e aquecem a água. Por isso, é importante verificar o limite de armazenamento de cada um – se a residência consumir um volume grande de água quente ou em um período muito curto de tempo, vale a pena investir em um equipamento de grande capacidade, que irá garantir água quente em todos os momentos em que for necessário.
Qualquer que seja o modelo escolhido, é importante que o consumidor pesquise bastante os modelos e marcas dos equipamentos, bem como as necessidades do local. Pesar todos os elementos e necessidades é fundamental para fazer uma boa escolha e garantir um bom funcionamento.
Fonte: Diário dos Campos
Empresa ensina a especificar fios e cabos de baixa tensão
Para estreitar relacionamento com consumidores, Sil dá aula sobre conceito de cabos e suas aplicações.
Os de baixa tensão – usados na construção civil – devem ser de cobre puro, uma vez que o metal faz o papel de condutor da energia elétrica, resultando no melhor custo-benefício existente para as instalações e atendendo a padronização brasileira. Não há outro material que atenda tão bem esta aplicação. No caso dos isolantes, dependendo da finalidade, utiliza-se PVC, HEPR ou poliolefina. Entenda a função de cada um:
PVC – principal isolante utilizado em quase toda a instalação predial. É obrigatoriamente antichama de modo a não propagar fogo em caso de incêndio;
HEPR – isolante que substitui o PVC, especialmente em instalações industriais e comerciais, devido a sua maior capacidade de corrente, principalmente em circuitos com elevadas correntes de partida;
Poliolefina – por apresentar baixa emissão de fumaça e gases tóxicos, a poliolefina substitui o PVC em instalações onde há grande circulação de pessoas e longas rotas de fuga como, por exemplo, hospitais e ginásios de esportes.
Afora as indicações dos melhores materiais para fios e cabos, a Sil orienta, ainda, que para ter uma instalação elétrica segura e eficiente o consumidor deve contratar um profissional habilitado e qualificado para desenvolver um projeto elétrico adequado às necessidades do imóvel e rigorosamente dentro das exigências técnicas prescritas pela NBR 5410 – Instalações Elétricas em Baixa Tensão, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Esta é uma dica importante e que vale para todas as situações.
Fonte: Meta Análise
Como escolher o aquecedor correto para o inverno
Saiba o que fazer para manter a saúde do seu lar na estação mais fria do ano
Os meses mais frios do ano estão chegando e os termômetros estão caindo a cada dia, em algumas regiões o frio pode ser muito intenso, principalmente no Sul e Sudeste.
“Como nossa arquitetura geralmente não prioriza sistemas de calefação (como em países que enfrentam invernos rigorosos), o ar gelado pode ser intenso mesmo dentro de casa”, ressalta o executivo da STR Ar Condicionado, Marcel Michelin.
Por isso, um sistema de aquecimento será necessário para tornar o ambiente mais aconchegante para a família. Veja como escolher o aquecedor ideal.
Aquecedor elétrico
É um dos modelos mais baratos do mercado. O calor é gerado a partir de uma resistência, que geralmente fica à mostra. Seu aquecimento é rápido, mas o calor fica concentrado próximo ao aparelho. Por isso, ele é indicado para espaços reduzidos.
Ar-condicionado com função quente
Além de ser um aparelho 2 em 1, que pode ser utilizado durante todo o ano, o ar condicionado com função reversa (frio/quente) dissipa melhor o calor em espaços maiores, facilitando a ambientação homogênea em cômodos grandes. Outra vantagem é que será necessário instalar apenas um aparelho que exerce as duas funções.
Aquecedor a óleo
Indicado para espaços pequenos, o aparelho funciona aquecendo o óleo de seu sistema e emitindo calor ao ambiente. Ele é mais econômico do que o modelo elétrico, mas demora mais para aquecer o ambiente e estabilizar a temperatura.
Aquecedores à água
Aquece espaços amplos, pois os aparelhos são instalados no sistema de calefação e necessitam de lenha, óleo ou gás para aquecer a água que será distribuída pelo sistema. É indicado apenas para ambientes com boa ventilação.
Aquecedores cerâmicos
São bem parecidos com os tradicionais aparelhos de ar condicionado, mas só emitem ar quente. Esquentam o ambiente bem depressa, pois a cerâmica é capaz de absorver o calor gerado pelo aparelho em vez de simplesmente dissipá-lo no ar. Existem modelos que podem ser instalados na parede ou são portáteis. Esses modelos são mais econômicos do que os aquecedores elétricos, mas também são mais barulhentos.
Fonte: Maxpress
Ar condicionado a energia solar pode chegar ao Brasil em breve
Está perto de chegar ao Brasil um ar condicionado que consome 50% a menos de energia. Isso porque boa parte de seu funcionamento é a base de energia solar e a instalação é mais simples do que a de um ar condicionado convencional. Dono da empresa mineira LuxTerm Soluções Sustentáveis, o empresário Gilberto Rodrigues, conta que já está em negociação para trazer o produto ao Brasil.
“É um ar condicionado que possui tubos de vidro a vácuo que captam a energia solar. A partir disso ele faz o ar condicionado funcionar com 50% a menos de energia. É um sistema híbrido, ele é ligado a energia convencional, mas utiliza em parte a energia solar”, explica.
Ainda segundo o empresário, a ideia é tentar importar o produto a um preço mais acessível. “A expectativa é que em dois meses ele já esteja sendo vendido aqui. O problema é que a tarifa para ar condicionado é mais alta do que para outros produtos elétricos, mas estamos tentando arrumar um jeito. Pode ser que ele custe em torno de R$ 2.500. Mas é um aparelho que se paga ao longo do tempo pelo tanto que você vai economizar na conta de luz”, explica.
A empresa que foca em soluções sustentáveis também trabalha com painéis solares que transformam energia solar em energia elétrica, e aquecedores solares.
Fonte: O Tempo
Governo estuda financiar produção de energia em casas e no comércio
O governo federal discute a criação de uma linha de crédito para financiar a compra, pela população, de equipamentos que produzem energia nas casas e no comércio, a chamada microgeração. A informação é do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.
De acordo com ele, o financiamento poderá ser oferecido por bancos públicos, como Caixa, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). E poderá ser tomado por pessoas que queiram, por exemplo, instalar em suas casas painéis que geram eletricidade por meio da luz solar.
A compra de outros equipamentos de microgeração, como eólicos (que usam o vento para produzir eletricidade) e biodigestores (que geram por meio da queima de resíduos de animais, por exemplo), também podem vir a ser financiada.
O incentivo à microgeração ganhou urgência no governo devido à crise que atinge o setor elétrico, com a queda acentuada no armazenamento de água em reservatórios das principais hidrelétricas, e o risco de um novo racionamento no país.
Sobra de energia
Além de oferecer condições de suprir toda a demanda da casa ou comércio, esses equipamentos ainda podem jogar na rede comum toda a sobra de eletricidade produzida e não consumida.
De acordo com Rufino, porém, há ainda um “entrave” para a popularização da microgeração: governos estaduais defendem que a sobra de energia jogada na rede seja taxada por ICMS.
“Elaboramos toda a norma para que não houvesse fato gerador de ICMS, mas as autoridades tributárias estaduais tiveram uma interpretação diversa, entendendo que havia tributação tanto na ida [energia levada pelas distribuidoras] quanto na volta, na geração feita pelo consumidor que sobra e é depositada na rede”, disse o diretor-geral da Aneel.
Rufino aponta que a ideia desse sistema é oferecer um crédito de energia a quem depositar eletricidade na rede comum, que poderá ser usado depois. Ou seja, não há previsão de compra e venda dessa energia da microgeração.
Entretanto, ele apontou que existe uma discussão “bem encaminhada” entre o governo federal e os estados visando a isenção de ICMS dessa energia.
Fonte: G1.com
Carga de energia no sistema nacional cresce 3,7% em 2014, diz ONS

Taxa de crescimento é igual à obtida em 2013, em relação ao ano anterior.
A carga de energia no sistema elétrico, obtida a partir da geração de energia de todas as usinas ligadas ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), subiu 3,7% em 2014, na comparação com 2013. A taxa de crescimento é igual à obtida em 2013, em relação ao ano anterior.
O indicador representa a evolução do consumo de energia, levando em conta também as perdas elétricas.
Em dezembro, a carga de energia alcançou 65.602 megawatts (MW) médios, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (12) pelo ONS. O montante é 2,1% superior ao de igual período de 2013. Em relação a novembro, porém, a demanda caiu 1,3%.
“A carga o SIN [Sistema Interligado Nacional] tem sido influenciada pelo modesto desempenho da carga industrial do subsistema Sudeste. Além disso, vários ramos industriais concederam férias coletivas no fim de ano a fim de reequilibrar os estoques, elevados em vários setores ainda que mais perceptíveis na cadeira automobilística”, afirmou o ONS, em relatório. O Sudeste é responsável pelo consumo de 60% da carga industrial do sistema.
Uso da capacidade instalada cai
O operador citou que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) recuou 1,4 ponto percentual, entre novembro e dezembro, passando de 82,7% para 81,3%, atingindo o menor patamar desde agosto de 2009, quando o Nuci alcançou 81,2%.
O ONS também destacou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI), da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,5% entre novembro e dezembro de 2014, passando de 85,6 pontos para 84,3 pontos.
Com relação ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o consumo total de energia em dezembro ficou em 38.653 MW médios, com alta de 2% frente igual período do ano passado. Na comparação com o mês exatamente anterior, porém, o consumo recuou 1,2%. No consolidado de 2014, o consumo nas duas regiões cresceu 2,5%.
No Sul, o consumo de energia alcançou 11.478 MW médios em dezembro, com alta de 2,5% frente o último mês de 2013. Na comparação com novembro de 2014, o consumo apresentou queda de 1,6%. No consolidado de 2014, o consumo cresceu 5%.
O crescimento do consumo de energia em 2014 no Nordeste foi de 3,4% em comparação com o ano anterior. Apenas em dezembro, o consumo alcançou 10.385 MW médios, com alta de 4,5% ante dezembro de 2013. Na comparação com o mês exatamente anterior, o consumo recuou 1%.
Consumo no norte cresce 11,3%
No Norte, o consumo de energia em dezembro totalizou 5.086 MW médios, com queda de 3,1% em relação a igual período do ano passado. Na comparação com novembro de 2014, o consumo também apresentou queda, de 2%. No consolidado de 2014, porém, o consumo de energia no norte avançou 11,3% em comparação com o ano anterior.
Segundo o ONS, a alta “reflete o desempenho da atividade dos grandes consumidores industriais eletrointensivos” conectados à rede.
Fonte: G1.com
Bosch apresenta soluções inteligentes para um mundo interligado na CES 2015
O mundo está cada vez mais interligado e, por vezes, temos a sensação de que a internet e a globalização têm vindo a desenvolver uma dinâmica própria. Empresas como a Bosch podem ajudar a moldar este desenvolvimento, e é por isso que no International Consumer Electronics Show 2015 (CES 2015), a Bosch apresenta soluções inteligentes criadas para permitir que os consumidores tenham uma vida mais conveniente, eficiente e segura. Estas soluções sustentáveis para a criação de um mundo interligado vão desde a gama de sensores inteligentes até soluções de energia inteligente, desde a mobilidade elétrica à condução autónoma, desde softwares inteligentes a cidades inteligentes, desde telemática até à termotecnologia ou de eletrodomésticos a ferramentas elétricas.
A conversão de energia é a principal área de expertise da Bosch. A Bosch oferece aos proprietários de habitações comerciais e residenciais pacotes que combinam tecnologia e serviços. As soluções da Bosch ligam e controlam de forma inteligente a produção e o consumo de energia e de aquecimento, o que torna o fornecimento de energia ainda mais inteligente, eficiente e descentralizado.
A experiência da Bosch abrange várias áreas. O know-how dos seus sistemas técnicos é a base dos sistemas de aquecimento e de controlo de segurança. A empresa também oferece softwares e tecnologia de sensores, bem como serviços de gestão de energia, monitorização remota, e a operacionalização dos processos de negócio, o que permite aos clientes uma utilização mais eficiente da energia e dos recursos, bem como uma redução de custos. A internet das coisas torna possível que os dispositivos e sistemas dos edifícios comuniquem entre si.
Em 2015, a Bosch espera que cerca de 75 por cento da população mundial tenha acesso à internet. Ao mesmo tempo, 6 mil milhões de coisas vão estar ligadas à internet, o que trará, nos próximos anos, grandes mudanças no mercado da energia e da tecnologia de construção, abrindo um caminho para novos serviços e modelos de negócios. A Bosch conta com uma experiência considerável neste domínio, por exemplo, através da venda de 50 mil sistemas de aquecimento em rede. A divisão Bosch Security Systems gera mais de metade das suas vendas no segmento de vídeovigilância, com as suas câmaras com acesso à Internet.
Termóstato Inteligente para controlar o aquecimento a partir de smartphones
A Bosch vai apresentar um controlo remoto com wi-fi que regula o ambiente e dispõe de um touch screen moderno e uma aplicação correspondente, que permite aos utilizadores controlar os seus sistemas de aquecimento através de um smartphone. Compatível com uma vasta gama de caldeiras a óleo e a gás da Greenstar da Bosch, o sofisticado termóstato inteligente permite ajustar o aquecimento a partir de um smartphone ou tablet com acesso à internet. O elegante painel de parede em vidro preto é simples de instalar e liga-se à caldeira utilizando uma ligação de dois fios de baixa tensão. Através de uma aplicação gratuita e de fácil utilização, os utilizadores podem assumir o controlo total do aquecimento da sua casa e da água quente, independentemente de estarem em casa, no trabalho, ou de férias.
A app não só permite o ajuste remoto das configurações de aquecimento e de água quente, mas também providencia informações importantes sobre o consumo de gás e de água quente utilizado durante o processo de aquecimento, ajudando os utilizadores a gerir as contas da energia. Para além disso, os utilizadores podem ainda contar com elevados padrões de segurança e proteção de dados desenvolvidos pela Bosch, uma vez que os dados de cada cliente são armazenados no controlador que se encontra em casa de cada consumidor. A privacidade é, desta forma, garantida, sendo que a própria Bosch não tem acesso aos dados.
Fonte: TecheNet
‘Árvore de vento’, um aerogerador que produz energia a partir da brisa
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Equipada com uma centena de folhas de plástico verde, penduradas em um tronco de aço, que funciona como outros tantos aerogeradores silenciosos, “a árvore de vento” visa a aproveitar a menor corrente de ar nas cidades para gerar energia.
“A ideia me ocorreu em uma praça onde via as folhas das árvores se mover, apesar de não haver sequer uma brisa de vento”, diz Jérôme Michaud-Larivière, fundador da empresa parisiense NewWind, que comercializará a “árvore de vento” em 2015.
Após três anos de pesquisas, a equipe de engenheiros reunida em torno deste antigo roteirista de cinema fez um protótipo de oito metros, que tinha sido instalado na Cidade das Telecomunicações de Pleumeur-Bodou (Bretanha, oeste da França), onde suscita a curiosidade dos visitantes.
“Plantada” perto de uma usina eólica doméstica, esta árvore de aspecto elegante se distingue também pelo funcionamento totalmente silencioso: suas hastes, escondidas entre as folhas, giram no sentido do vento – independentemente da direção -, evitando qualquer efeito de “deformação”.
As miniturbinas do gerador integrado, dispostas em fileiras para captar qualquer brisa, giram desde o momento em que o vento atinge os 2 metros por segundo segundo contra 4 m/s para os moinhos eólicos clássicos, aumentando o número de dias nos quais a árvore – de potência avaliada entre 2,5 e 3,5 kWh – pode produzir eletricidade, argumenta Jérôme Michaud-Larivière.
Segundo ele, este aerogerador – que ainda não foi submetido a testes por um laboratório independente – é rentável com ventos que sopram a 3,5 m/seg, em média, em um ano.
A meta é explorar as pequenas correntes de ar que circulam na cidade entre os prédios e ruas para alimentar, por exemplo, umas vinte lâmpadas de led, um posto de recarga de carros elétricos ou uma residência bem isolada com quatro pessoas.
Mas a Agência de Meio Ambiente e Controle da Energia (Ademe), para a qual o potencial do pequeno aerogerador da cidade é “muito frágil”. A “árvore de vento” explora “a mesma fonte que o pequeno aerogerador urbano clássico, uma fonte que não é de primeira qualidade”, comentou Robert Bellini, engenheiro no serviço de redes e energias renováveis da Ademe.
“A experiência sobre o pequeno aerogerador mostra que no geral há uma tendência a se distanciar, por baixo, dos resultados esperados”, continua, fixando o limite de rentabilidade neste setor a 5 kwh.
Embora o custo da “árvore de vento (29.500 euros, sem impostos) o torne bastante inacessível aos particulares, seu criador diz que é possível usar as folhas, colocando-as, por exemplo, em um telhado ou nas estradas para produzir energia para os carros que precisam recarregar as baterias durante o trajeto.
Já foram vendidas 21 árvores, essencialmente às comunidades locais e a grandes empresas e em 2015 uma será ‘plantada’ na praça da Concórdia, em Paris.
Fonte: Info Abril
Energia solar térmica já representa mais de 1% na matriz energética do Brasil
O Brasil encontra-se na 5a posição no ranking mundial na utilização de energia solar térmica, de acordo com o relatório da IEA – International Energy Agency – 2014, com capacidade instalada de 5.783 MWth e produção de energia anual de 5.785 GWhth, energia proveniente dos 8,4 milhões de m² de área de coletores solares térmicos instalados até o ano de 2012, de acordo com o citado relatório.
A Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, que representa o setor de energia solar térmica em todo o território nacional, chama a atenção para os benefícios do uso desta fonte de energia, limpa e renovável, frente aos desafios energéticos que passa o país, pois apresenta múltiplas formas de contribuição na geração de água quente (energia) para residências, comércios, hospitais, clubes e indústrias, que apresenta versatilidade em diversos tipos de aplicações, deslocando consumo de energia elétrica no horário de pico.
Para Marcelo Mesquita, Secretário Executivo do Departamento Nacional de Aquecimento Solar – Dasol da Abrava, o Brasil pode e deve explorar muito mais e de maneira inteligente essa energia, que apresenta o menor custo dentre vários energéticos disponíveis e tem a vantagem de ser uma geração instalada no ponto de utilização, ou seja, 100% distribuída e que não depende de conexão com a rede pública de eletricidade, como é o caso da energia solar fotovoltaica.
De acordo com estudos recentemente publicados pela Abrava, a partir de dados desse mercado do ano de 2013 e de informações do BEN – Balanço Energético Nacional, a energia solar térmica já representa 1,03% da matriz elétrica brasileira, pouco atrás da energia eólica com 1,09% (gerada pela produção dos ventos), e bem à frente da fotovoltaica (energia solar para a geração de eletricidade) com 0,01%.
O parque solar térmico existente no Brasil, em 2013 com 6.363 GWh, já supera a energia gerada pela usina nuclear de Angra 1 (5.395,5 GWh). A capacidade instalada é de 1.397 MW, que equivale a potência de 2 turbinas de Itaipu (2x700MW), sendo que essa energia elétrica equivalente é suficiente para abastecer uma cidade inteira como Curitiba, que possui população de 1,8 milhões de habitantes e atividade econômica que a faz ter o 4o. maior PIB – Produto Interno Bruto do Brasil.
Aquecimento Solar é energia
Nos últimos anos a matriz energética brasileira tem sofrido alterações e perdendo sua característica renovável. Esse cenário se intensificará ainda mais, pois a crescente demanda por energia se depara com a escassez de chuvas e especulações no que se refere às garantias do abastecimento, que passam a contar com o funcionamento contínuo das usinas térmicas, e que acarretam a elevação contínua e expressiva dos preços da eletricidade e o consequente aumento da poluição devido às emissões de gases que ampliam o efeito estufa e agridem a camada de ozônio.
Nesse contexto, se destaca a contribuição dos Sistemas de Aquecimento Solar (SAS), que pode substituir fontes energéticas tradicionais, como a eletricidade e o gás, pela energia solar térmica (aquecimento de água) em diversos segmentos da economia, tais como: hotéis, hospitais, residências, habitações de interesse social, clubes, piscinas e academias e, até mesmo, em processos industriais, que apresentam enorme potencial. Em todos esses setores são amplos os benefícios, não apenas nos aspectos energético e ambiental, como também social e econômico.
Para Luís Augusto Ferrari Mazzon, presidente do DASOL, o uso da energia solar térmica traduz também em expressiva economia de energia para os cidadãos e para o país e traz, ainda, redução da demanda de energia elétrica no horário de pico do sistema elétrico, minimizando o risco de apagões. Desta forma, os sistemas de aquecimento solar colaboram de forma efetiva com o setor energético e na diversificação de sua matriz de geração, com energia advinda de fonte totalmente limpa, gratuita e obtida por equipamentos etiquetados e aprovados pelo Inmetro, produzidos por indústrias eminentemente nacionais, que geram mais de 40 mil empregos aqui no Brasil.
Ainda de acordo com o citado relatório da Agência Internacional de Energia, no ano de 2012 o Brasil ampliou a capacidade instalada da tecnologia de aquecimento solar de água em 806 MWth, superando a Alemanha (805) e Estados Unidos (699), nesse mesmo período.
No contexto da matriz energética brasileira, um destaque importante é que o valor da energia produzida pelo aquecedor solar para o consumidor final é apenas cerca de 1/3 do custo da eletricidade, ou seja, algo próximo a R$ 120,00 por MWh.
De acordo com os dados mais recentes do DASOL, o Brasil fechou o ano de 2013 com 9,8 milhões de m² de área de coletores instalados de Sistemas de Aquecimento Solar – SAS, com geração de 6.830 GWh/ano, equivalente ao consumo anual de uma cidade como Curitiba, com cerca de 2 milhões de habitantes.
Os benefícios da utilização em Habitações de Interesse Social
Só com o uso do aquecedor solar é possível economizar cerca de 35% no valor da conta de energia. O uso do chuveiro elétrico representa 25% da conta de energia e no inverno pode aumentar mais 30%.
Para o Dasol, um ponto de partida na contribuição do setor ao país, é o governo estender a instalação compulsória de aquecedores solares para todas as residências do Programa Minha Casa Minha Vida, um total de 3 milhões de habitações e geração de 4.645 GWh/ano, superior ao consumo distribuído pela Concessionária do Estado do Rio Grande do Norte em 2013 (Cosern – 4.418 GWh), mas hoje, o uso do equipamento é restrito somente a casas da “faixa 1″ do Programa, e deve atingir apenas 263 mil residências.
Para a entidade, algumas medidas tomadas por parte do governo seriam assertivas, como por exemplo, a adoção de um programa motivacional e de incentivo com desconto no valor da aquisição de aquecedores solares de água que viabilizaria muitos benefícios à sociedade brasileira, como:
a. Redução do consumo de energia elétrica, principalmente em substituição ao consumo do chuveiro elétrico. Em média, para uma instalação residencial, pesquisas demonstram economias mensais superiores a 30%;
b. Redução do pico de demanda de eletricidade ao substituir/reduzir o uso do chuveiro elétrico, concentrado no horário entre 17 e 22 horas, sem privação do conforto
c. Economia financeira para as famílias no valor da conta de energia promovendo a transferência interna dos recursos domésticos para alimentação, educação e moradia, ou seja, aumento da renda líquida para as famílias de menor poder aquisitivo;
d. Maior adimplência por parte dos mutuários nos pagamentos de parcelas dos financiamentos dos programas habitacionais e condomínios nas unidades multifamiliares;
e. Geração de empregos distribuída por toda a cadeia de valor do setor.
Mudança de paradigma no cálculo de energia solar térmica
De forma a facilitar o entendimento dos consumidores e profissionais de mercado, assim como ampliar o reconhecimento pelos órgãos de governo da aplicação dessa importante fonte de energia para o Brasil, desde agosto de 2014, o setor de aquecimento solar adota uma nova forma de apresentação da produção de energia solar térmica de seus equipamentos, antes expressa apenas em m², mas que agora é apresentada também pela sua contribuição energética em kWh/mês.m², sendo uma forma simples e já de conhecimento das pessoas e que está indicado nas etiquetas do Inmetro para o produto, ou seja, a Produção Mensal de Energia (PME) do coletor solar. Se multiplicada por 12 (meses do ano) e pela quantidade de m² de coletores instalados na edificação, resultará na Produção Anual Padronizada de Energia (PAPE), resultado da produção de energia solar medida em kWh/ano.
Do ponto de vista ambiental
No que se refere à preservação do meio ambiente, o uso de aquecedores solares apresenta vantagens, funcionando a partir de uma fonte natural o SOL, é ecológica, gratuita, de aplicação descentralizada, que não agride o meio ambiente, é inesgotável, entre outras.
Com o uso de 1 m² de coletor solar por ano, pode-se:
1. Deixar de inundar cerca de 56m² para geração de energia elétrica
2. Eliminar o consumo de 215kg de lenha
3. Poupar 67m³ de gás natural
4. Economizar 55kg de GLP
5. Poupar 73 litros de gasolina
6. Deixar de consumir 223 m³ de gás natural para termoelétricas
7. Deixar de consumir 227 litros de diesel para termoelétricas
8. Poupar 66 litros de diesel




